Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Uau.

Números apetitosos

Imagem de destaque

O Madison Square Garden pode acolher 20.000 pessoas para um concerto. Este blog foi visitado cerca de 68,000 vezes em 2010. Se fosse um concerto no Madison Square Garden, teria que ser repetido 3 vezes.

 

Em 2010, escreveu 74 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 79 artigos. Fez upload de 133 imagens, ocupando um total de 12mb. Isso equivale a cerca de 3 imagens por semana.

The busiest day of the year was 8 de Novembro with 767 views. The most popular post that day was O Jonas Brothers acabou?.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram twitter.com, 74.125.67.100, alphainventions.com, google.com.br e search.conduit.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por eminem, taylor swift, jonas brothers, 50 cent e linkin park

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

O Jonas Brothers acabou? Janeiro, 2010
7 comentários

2

Os melhores da década Dezembro, 2009
3 comentários

3

Kanye West “ajuda” Taylor Swift Janeiro, 2010
3 comentários

4

Linkin Park pelo Haiti Janeiro, 2010
5 comentários

5

Qual será o futuro do Slipknot? Julho, 2010
1 “Like” no WordPress.com,

Coletânea da Legião será decidida por fãs

Doze músicas farão parte da coletânea

Fãs do Legião Urbana poderão escolher o repertório de uma coletânea, ainda sem título definido, que será lançada pela EMI Music em novembro. A seleção acontece no portal oficial da banda na internet até a próxima quinta-feira (30) — é preciso preencher um cadastro para ter acesso à promoção.

Além do repertório, o internauta poderá sugerir a ordem das faixas no álbum. Quem participar, vai concorrer a CDs autografados por Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, ex-integrantes do grupo.

A lista conta com 40 músicas como “Será”, “Tempo perdido”, “Faroeste caboclo”, “Há tempos”, “Eduardo e Mônica”, “Vento no litoral” e “Pais e filhos”, entre outras. Apenas 12 canções farão parte do disco. O resultado da promoção e o repertório final do CD serão divulgados no portal em data ainda indefinida.

VMB consagra revelação mas mostra desgaste no formato

(Texto de Osmar Portilho do site Terra)

Clipe do Ano, Hit do Ano, Revelação, Pop e o maior trunfo: Artista do Ano. Com cinco troféus, o Restart deixou o Credicard Hall, em São Paulo, com um sorriso que poucas terão em sua carreira. A banda que se tornou referência nesse novo “happy rock” ou “rock colorido” não poupou as cores de suas roupas e dominou o VMB 2010, premiação promovida pela MTV.

Mesmo com todas as críticas e as próprias vaias que de tempos em tempos tomavam conta da cerimônia, é inegável apontar que a banda vive seu momento. No Twitter, o quarteto recebeu elogios até do badalado produtor Rick Bonadio, que nas edições anteriores emplacou essa “rapa” de prêmios com NX Zero e Fresno. “O Restart mereceu, estão no momento deles assim como já aconteceu com muitos outros. Parabéns”, postou. Ainda na rede social, choveram críticas ao produtor, que logo se defendeu: “Não sou produtor nem empresário do Restart, mas respeito a banda e seu trabalho”.

Embora muitos critiquem a “atitude colorida” da banda e “falta de rock n roll”, o Restart segue somando fãs e agora ainda ganhou mais em seu currículo: cinco VMBs e um Prêmio Multishow. Na hora de agradecer o maior prêmio da noite, Pe Lanza não ignorou as vaias ao agradecer “todo mundo que votou e também que vaiou” porque isso faz a banda “querer melhorar”.

Por outro lado, se o Restart tira sua sexta-feira pós-VMB só para comemorar, o ano de 2010 fica para gravadoras, artistas, músicos, jornalistas e todos envolvidos no mercado musical se questionarem sobre quanto vale um prêmio musical.

O fato é que o voto popular, método abraçado pelo Multishow e VMB, já mostra um desgaste para quem acompanha as cerimônias e um gosto de “eu já sabia”. Em 2010, enquanto o primeiro evento “distribuiu” troféus para todos ficarem felizes, o segundo consagrou uma banda do momento e lembrou aqueles que sempre marcam presença, como Pitty e NX Zero.

O formato de votação pela internet dá a opção de escolher seu artista favorito, mas esta é uma ambição muito maior de fãs de grupos do segmento teen. Ano após ano ficam mais comuns as “maratonas” de votação organizadas em redes sociais. Fenômeno que não é visto entre seguidores de bandas veteranas como Skank e Jota Quest que provavelmente já passaram dos seus trinta anos de idade.

Em julho deste ano, em conversa com o Terra, Lucas, vocalista da banda Fresno, comentou essa mudança de foco das premiações. “Chegamos em um ponto em que vai ganhar a sempre a banda que os fãs estiverem mais loucos e perderem a tarde inteira votando na frente do computador. Acho que os fãs do Fresno que vão envelhecendo não têm mais essa preocupação”, justificou.

Os anos se passaram e as premiações ganharam novas categorias, novas encenações, novos apresentadores, mas o gostinho de “eu já sabia” segue no ar. Resta saber se esse incômodo que já paira entre bandas veteranas também já chegou nos mentores destes prêmios.

Restart campeão do VMB 2010, triste e ao mesmo tempo ridículo

Uma grande piada. E de mal gosto. O VMB 2010 foi um festival de horrores com direito a vaias tão oportunas quanto a falta de capacidade recente da MTV em premiar a qualidade musical. Perdem todos aqueles que gostam de música e que respeitam a história dos 20 anos da MTV que não podem ser confundidos com as cenas lamentáveis vistas na última quinta no Credicard Hall em São Paulo.

O Restart conseguiu um feito histórico. Levou cinco prêmios no primeiro ano em que apreceram no cenário musical. A aberração é tão grande, que a reação do público foi automática e instantânea. As vaias não eram direcionadas só ao Restart mas também ao mercado fonográfico, às rádios, às emissoras de tv, e é claro à própria MTV. Como publicado no site de O Globo desta sexta-feira, há muito tempo a premiação mais importante da música brasileira deixou de premiar qualidade.

Na guerra dos fãs-clubes, que disputam qual deles tem mais tempo para perder votando em seus “ídolos”, o NX Zero vê o seu posto de Bola da Vez seriamente ameaçado pelo Restart. Mudam os nomes, mas essas bandas, além de Fresno e Cine representam o quanto a indústria da música está corrompida e vendida, e consequentemente o público cada vez mais pobre de opções, recorre aos Rebolations e aos Sertanejos Universitários. A nova geração trata de idolatrar o Happy Rock.

Talvez o VMB 2010 possa representar um marco. É possível que a MTV reveja alguns conceitos, pois as vaias desse ano são sim um bom aviso para a emissora paulista que perdeu completamente o rumo, sobretudo nos últimos cinco anos, em que a audiência deixou de ser qualificada.

Em pensar que no primeiro VMB, Marisa Monte deixou a premiação ovacionada como grande campeã, ver o discurso de agradecimento dos meninos do Restart soa como um ótimo filme de comédia estrelado por Adam Sandler ou Ben Stiller. Porém, a história foi contada e manchada.

VMB acontece hoje enaltecendo demais os fãs-clubes

O Skank, maior banda dos anos 90, é o maior campeão da história do VMB

Foi-se o tempo em que o VMB e a própria MTV representavam as verdadeiras tendências da música nacional. No ano em que completa duas décadas de vida, hoje a emissora pioneira em videoclipes no Brasil é um arremedo do que já foi, e consequentemente o VMB também.

Desde que a premiação passou a ser dada integralmente de acordo com o voto popular, caiu a qualidade dos vencedores, deprestigiou-se os trabalhos criativos e verdadeiramente musicais, e foi dado lugar a banalização do prêmio, que aliás não é primazia do VMB somente.

Não por coincidência, o perfil dos artistas que frequentam o VMB mudou bastante desde 1995, ano da realização do primeiro VMB. Foi nessa festa que o público brasileiro conheceu artistas que fizeram história como Raimundos, Pato Fu, Planet Hemp, O Rappa, entre outros. Tempos esses em que as tendências tinham como origem  a própria MTV Brasil. Hoje, o VMB representa apenas o que de pior se vê na indústria musical e se contenta em acompanhar a desgraça.

Ao invés das bandas citadas acima que fizeram época nos anos 90, na noite de hoje as cadeiras do Credicard Hall estarão tomadas por pseudo-musicos e principalmente pseudo-rockeiros. Não é fácil engolir o fato de bandas infantis como NX Zero, Restart, Cine e Fresno dominarem o cenário do rock. Ao invés de críticos especializados, os jurados da vez são adolescentes e crianças que pouco se importam com o que os seus ídolos verdadeiramente dizem, até porque eles não dizem nada que preste.

Ao contrário do que fiz durante anos, estou dando de ombros para essa edição do VMB, assim como tem sido de três ou quatro anos para cá. Prefiro ficar com a minha nostalgia, que cada vez mais se torna necessária. O VMB apenas ajuda a enterrar a música e o rock nacional. Não serei testemunha deste sepultamento.

Vejam algumas apresentações históricas em VMBs passados como a do Sepultura e convidados em 2004, a do Chico Science e Nação Zumbi em parceria com o Gilberto Gil na primeira edição do prêmio em 95 e a antológica apresentação dos Racionais MC’s em 1998. Que saudades!

Divulgada a lista de indicações para o Grammy Latino 2010

Cantora brasileira Maria Gadu concorre em duas categorias

As cantoras brasileiras Maria Bethânia e Maria Gadú estão entre os destaques da 11ª edição do Grammy Latino, cuja cerimônia de premiação será celebrada em 11 de novembro em Las Vegas (oeste dos EUA), anunciou a Academia Latina de Gravação, em anúncio feito no clube Avalon, em Hollywood.

Maria Bethânia disputa o prêmio de “Gravação do Ano”, com “Tua”. Já Maria Gadú foi indicada em duas categorias, Melhor Artista Revelação e Melhor Álbum de Cantor e Compositor, com “Maria Gadú”.

A canção gravada por Bethânia, de composição de Adriana Calcanhoto, concorre ainda ao prêmio de Melhor Canção Brasileira, junto com “Há de ser”, de Jorge Vercillo; “Litoral e Interior”, de Sérgio Santos; “Quebra-mar”, de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro; e “Tantas Marés”, de Edu Lobo e Paulo César Pinheiro.

Jorge Vercillo e Dori Caymmi concorrem ainda na categoria Melhor Álbum de MPB, com “D.N.A” e “Inner World”, respectivamente. Gilberto Gil também concorre em duas categorias: em Melhor Álbum de MPB, com “Banda Dois”, e Melhor Álbum de Música de Raízes Brasileiras, com “Fé na Festa”.

Na categoria Melhor Álbum Instrumental, Yamandú Costa e Hamilton de Holanda competem com “Luz da Aurora”; ao lado de Arthur Maia (“O Tempo e a Música”) e Paulo Moura e Armandinho (“Afrobossanova”).

João Donato e seu trio concorrem na categoria Melhor Álbum de Jazz Latino, com “Sambolero”. Gilberto Gil concorre na categoria de Melhor Álbum de Música de Raízes Brasileiras, com e Dori Caymmi no de concorrem também em duas categorias.

Entre os artistas com maior número de indicações este ano destacam-se o uruguaio Jorge Drexler, o espanhol Alejandro Sanz, o mexicano Mario Domm, do grupo de rock Camila, e o dominicano Juan Luis Guerra, com quatro indicações cada.

Uma das surpresas deste ano foi a indicação do roqueiro argentino Gustavo Cerati, em coma desde maio, nomeado em duas categorias, de Melhor Álbum de Rock, com “Fuerza Natural” e Melhor Canção de Rock, com “Deja Vú”.

O cobiçado Gramofone dourado de Álbum do Ano tem na disputa artistas de diferentes estilos: Bebe, com “Y”.; Miguel Bosé, com “Cardio”; Camila, com “Dejarte De Amar”; Juan Luis Guerra, com “A Son De Guerra”; e Alejandro Sánz, com “Paraíso Express”.

O uruguaio Drexler, ganhador do Oscar de melhor canção em 2005, disputará os prêmios de Gravação do Ano e Canção do Ano com “Una Canción Me Trajo Hasta Aquí”; Melhor Álbum de Cantor e Compositor por “Amar La Trama”; e Melhor Vídeo Musical Versão Longa por “La Trama Circular”.

Ganhador de nove Grammy Latinos e dois Grammy, Juan Luis Guerra, voltará a competir pelo prêmio de Álbum do Ano e Melhor Álbum Tropical contemporâneo por “A Son De Guerra”; e Melhor Canção Tropical e Melhor Vídeo Musical Versão Curta por “Bachata En Fukuoka.”

Já o espanhol Alejandro Sánz disputará o prêmio de Álbum do Ano e Melhor Álbum Vocal Pop Masculino por “Paraíso Express”, e Gravação do Ano e Canção do Ano por “Desde Cuando”.

O anúncio dos indicados ao Grammy Latino, em Hollywood, contou com a participação de apresentadores do trio pop Camila, do compositor cubano Arturo Sandoval, do cantor e compositor Alex Cuba, da porto-riquenha Kany Garcia, do dueto de pop/rock JotDog e o cantor Mario Quintero Lara (de Los Tucanes de Tijuana).

“Este prêmio é único porque não está baseado na popularidade, nem nas vendas; é concedido por um grupo de colegas da música que fazem parte da Academia e colaboraram em um processo de busca da integridade e da excelência artística”, disse Gabriel Abaroa, presidente da Academia Latina de Gravação.

Segundo Abaroa, “este ano, é especialmente renovador ver o maior número de profissionais criativos que jamais participaram do processo de premiação, que reconhece colegas da música, enquanto ao mesmo tempo o Latin Grammy inicia uma década de existência”.

A décima primeira edição dos Grammy Latinos será celebrada em 11 de novembro no hotel Mandalay Bay de Las Vegas (Nevada, oeste), e segundo os organizadores, o show será transmitido para cerca de 100 países, depois de alcançar a cifra recorde de audiência nos Estados Unidos no ano passado, com 13 milhões de telespectadores.

Lauryn Hill realiza show impecável em São Paulo

Público paulista adorou a apresentação da cantora

A ganhadora de cinco prêmios Grammy, Lauryn Hill, se apresentou no Credicard Hall, em São Paulo, nesta terça-feira (7). O show estava marcado para começar às 21h30, mas começou às 23h30, após longa introdução da banda que acompanha a cantora.

Lauryn Hill surgiu para o mainstream a frente do Fugees, grande banda dos anos 90 que tinha Wycleff Jean como um de seus idealizadores. A carreira solo da cantora foi aclamada logo no disco de estréia, o que rendeu cinco grammys em 2000.

Mesmo com as duas horas de atraso em relação ao horário marcado (era pra ser às 21h30, começou às 23h30), mesmo com a “novidade” de que a cantora só entraria no palco depois de uma banda de abertura (os paulistas Red, com três cantores fazendo um pop rock à la O Rappa), mesmo com um DJ “aquecendo” o público por mais meia hora até que Ms. Lauryn Hill desse as caras.

Mesmo assim, a senhora Lauryn empolgou os presentes com vários hits de seu único álbum solo e dos Fugees, começando com Lost Ones e seguindo com Hurts so Bad, Ex Factor, Zion, How Many Mics, Fugeela, Ready or Not e por aí foi.

Diferentemente das apresentações que fez na cidade em 2007, Lauryn escolheu trazer uma banda menos jazzística e entoar versões mais fiéis (ou menos alteradas) de seus sucessos, e provou que não perdeu a voz coisa nenhuma: o som rouco e forte está ali, rascante como sempre, sem abusar de agudos  desnecessários e fazendo rap como ninguém. Lauryn Hill é uma das grandes rimistas de que se tem notícia, até hoje.

Toda coberta por casaco, gola fechada, boina e calças compridas, a senhora Hill só parece mesmo excêntrica no começo do show, até o momento em que engata e começa a pular enquanto canta e rima com total desenvoltura, mostrando que o rap é sua origem e que nisso ela é a melhor.

A pista VIP montada no Credicard Hall deixa os “reles” fãs da pista comum desnecessariamente distantes do palco – até um bar entre as duas pistas foi montado na casa, um enigma absurdo até agora não decifrado.

Casa lotada

Fora isso, com casa lotada, o show foi inesperadamente bom e revigorante para a imagem da “tia” Lauryn. Aos 35 anos, ainda linda e no domínio de sua voz, ela mostrou estarem enganados os que apostam em seu declínio ou decadência artística. Falta um disco novo, é fato, mas no palco ela ainda faz sucesso com os hits das “antigas”.

A noite terminou com a deliciosa Doo Wop (That Thing), ainda guardada no coração daqueles que vibraram com a ex-Fugee arrebentando no final dos anos 90 (faz tempo!). Sem bis, Lauryn, já descalça, deixou o palco satisfeita com o calor dos paulistanos nessa noite chuvosa. Afinal, ela é de Nova York, e não de Los Angeles.

Prêmio Multishow 2010: O modismo de NX Zero e Luan Santana ou a inspiração de Maria Gadú?

A julgar pelos pré-candidatos a vencedores de cada uma das 12 categorias do prêmio Multishow 2010, é fácil perceber que o mercado da música atual é marcado pelos modismos. Mais uma vez, o NX Zero é o grande campeão de indicações, tudo graças a Sete Chaves, nome do trabalho que foi lançado em CD e DVD produzido pelo próprio Multishow.

O fenômeno sertanejo Luan Santana também aparece com destaque. Responsável por boa parte do repertório que explodiu nas rádios em todo o Brasil a partir de 2008 que caracterizou a chegada de vez do sertanejo universitário. Outros nomes desse movimento como Jorge e Mateus e Victor e Léo também aparecem na lista.

Maria Gadú segue outra vertente agradando quem gosta de boa música. Dona de uma voz carregada de personalidade e estilo, a cantora colhe os frutos do grande sucesso Shimbalaiê. Ela não aparece em tantas indicações como o NX Zero ou Luan Santana, mas é forte candidata para as principais categorias do prêmio: melhor música e melhor álbum.

Votação

A votação é livre ao público em geral através da internet, que escolhe entre dez opções em cada categoria. Cinco classificados nas 12 categorias seguirão até o dia da festa, 24 de agosto.

Clipes

Confira os clipes dos grandes favoritos a levarem os prêmios deste ano. NX Zero, Luan Santana e Maria Gadú.

Ivete Sangalo deverá participar de novo disco de Luan Santana

Garoto prodígio da música sertaneja convida Ivete Sangalo para novo trabalho

Luan Santana se prepara para gravar seu segundo DVD. Por enquanto, a assessoria do artista ainda não divulgou data e local da gravação do trabalho, que deve ser registrado ao vivo, como o anterior. Mas uma informação importante veio à tona.

Em seu perfil no microblog Twitter, Ivete Sangalo anunciou que foi convidada por Santana para participar do DVD. A estrela baiana foi adiante: disse que já aceitou. Provavelmente não será a única atração especial do futuro lançamento.

Outra informação é que o repertório do segundo registro em vídeo do cantor oriundo do Mato Grosso do Sul também incluirá diversas canções inéditas, algumas provavelmente de autoria de Sorocaba, da dupla com Fernando e responsável por alguns dos maiores sucessos do jovem intérprete.

Enquanto isso, Luan Santana comemora a ótima repercussão de sua participação nas gravações do DVD de Chitãozinho & Xororó com nomes da nova geração. Na última terça-feira (27), na Via Funchal (SP) ele foi o mais aplaudido dos convidados presentes.

A maior das bandas em Itu

Rage Against The Machine se apresentará no interior de São Paulo

A organização do Festival SWU Music and Arts confirmou na manhã desta sexta-feira (30) a banda norte-americana Rage Against The Machine como principal nome para o primeiro dia do evento que acontece na Fazenda Maeda, em Itu, entre os dias 9, 10 e 11 de outubro.

Formado no início dos anos 90, o Rage Against The Machine foi um dos grupos mais importantes da década ao misturar rap com rock e apresentar letras polêmicas de teor político. A banda, que encerrou as atividades em 2000 e se reuniu em 2007, vem ao Brasil com sua formação original: Zack de la Rocha (voz), Tom Morello (guitarra), Tim Commerford (baixo) e Brad Wilk (bateria).

Além do grupo, estão confirmadas para o dia 9 DJ Marky, The Twelves, Killer on the Dancefloor e Glocal, que se tocam na tenda eletrônica do festival. No dia 10 se apresentam Dave Matthews Band, Kings of Leon, Regina Spektor, Sublime with Rome, Capital Inicial, Jota Quest e, na tenda eletrônica, os artistas Sharam, Roger Sanchez, Markus Schulz, Life is a Loop, Mario Fischetti, Sander Kleinenberg e Nick Warren.

Para o dia 11, terceiro e último do Festival SWU Music and Arts, foram divulgados até o momento Linkin Park, Incubus, Pixies, Cavalera Conspiracy e, para a tenda eletrônica, DJ Erol Alkan, Gui Boratto e Anderson Noise. Ao todo, o evento terá mais de 60 atrações.

Ingressos
Os ingressos para o dia 9 e a venda de passaportes para os três dias do Festival SWU Music and Arts, em Itu, começam a ser vendidos na próxima segunda-feira, dia 2 de agosto. A primeira edição do evento acontece nos dias 9, 10 e 11 de outubro na Fazenda Maeda, na cidade do interior paulista.

As entradas de pista comum neste lote custam R$ 190 e a área premium, próxima aos palcos, sai por R$ 560 –há meia-entrada para os dois setores. O passaporte para os três dias de evento custa R$ 570 na pista comum e R$ 1.680 na pista premium, com meia-entrada para os dois setores. Estes preços são promocionais e valem até 13 de agosto ou até quando durarem as cotas disponíveis.

Após essa data, o valor da pista comum passa a valer R$ 240 e o da área premium, R$ 640. Quem comprar ingresso premium e for acompanhado de outra pessoa com bilhete para o mesmo setor tem estacionamento gratuito.

Os ingressos podem ser adquiridos pelo site www.ingressorapido.com.br. As entradas também estão disponíveis pelo telefone 4003-1212 (de segunda a sábado, das 9h às 22h, e domingos e feriados das 11h às 19h) e em mais de 60 pontos de venda por todo o país.

Confira o video de People of The Sun.

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